Nesta quarta-feira (20/10), às 19 horas, na FNAC do BarraShoppingSul, tem lançamento do livro “Dos Sonhos e seus Efeitos Colaterais”, de Felipe Longhi Malheiro. O livro da "maisQnada" editora revela o significado das palavras travessia, viagem, autoconhecimento e realização pessoal, através de uma experiência pessoal do escritor. Resguardadas as devidas proporções, assim como Homero na Ilíada, Abdurrahman al-Baghdádi em Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso, ou Pero Vaz de Caminha, Hernan Cortes, ou qualquer outro aventureiro que relatou suas viagens. Neste livro o leitor irá, se assim o que quiser, aprofundar o entendimento da variabilidade humana e seus contornos, por vezes não tão sutis e complexos, como também apaziguar os temores do desconhecido. O jornalista, escritor e aventureiro Airton Ortiz foi o primeiro leitor a dialogar com esta obra, e assim a descreveu: Certa vez disseram a Sócrates sobre a existência alguém que apesar de ter inúmeras viagens, mantinha-se tão ignorante quanto no começo das viagens. Ao que o filósofo respondeu: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Bem, se esse era o caso do tal grego, não foi o caso do Felipe. O bacharel em Direito viajou para a Nova Zelândia levando muito mais do que a si próprio. Desejava conhecer um novo país, queria jogar futebol; mas levava também uma grande curiosidade intelectual. E, por fim, a vontade de se descobrir como ser humano, da forma como Sócrates imaginava que seu conterrâneo deveria agir. quarta-feira, 20 de outubro de 2010
LIVRO: Felipe Longhi Malheiro narra sua "epopeia" na Nova Zelândia
Nesta quarta-feira (20/10), às 19 horas, na FNAC do BarraShoppingSul, tem lançamento do livro “Dos Sonhos e seus Efeitos Colaterais”, de Felipe Longhi Malheiro. O livro da "maisQnada" editora revela o significado das palavras travessia, viagem, autoconhecimento e realização pessoal, através de uma experiência pessoal do escritor. Resguardadas as devidas proporções, assim como Homero na Ilíada, Abdurrahman al-Baghdádi em Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso, ou Pero Vaz de Caminha, Hernan Cortes, ou qualquer outro aventureiro que relatou suas viagens. Neste livro o leitor irá, se assim o que quiser, aprofundar o entendimento da variabilidade humana e seus contornos, por vezes não tão sutis e complexos, como também apaziguar os temores do desconhecido. O jornalista, escritor e aventureiro Airton Ortiz foi o primeiro leitor a dialogar com esta obra, e assim a descreveu: Certa vez disseram a Sócrates sobre a existência alguém que apesar de ter inúmeras viagens, mantinha-se tão ignorante quanto no começo das viagens. Ao que o filósofo respondeu: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Bem, se esse era o caso do tal grego, não foi o caso do Felipe. O bacharel em Direito viajou para a Nova Zelândia levando muito mais do que a si próprio. Desejava conhecer um novo país, queria jogar futebol; mas levava também uma grande curiosidade intelectual. E, por fim, a vontade de se descobrir como ser humano, da forma como Sócrates imaginava que seu conterrâneo deveria agir.
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Aproveito para parabenizar a Sabrina e comentar que o lançamento foi um sucesso, sendo que no dia 26 haverá um bate-papo com os loucos por viagem do Espaço STB Brasas e dia 3 de novembro sessão de autógrafos na Feira. Abraço a todos!
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