quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ARTE: Tempo, Amor, Memória: o universo criativo de Régis Duarte

Com a onda de reaproveitamento incentivada por discursos ecológicos, a reforma, na construção civil, vem ganhando lugar de destaque. Não se trata necessariamente de restauro, mas sim de reaproveitar o que já existe, reduzindo custos, valorizando a história mesmo que recente das construções e de objetos familiares. Para Fabiana Fagundes, formada na Uniritter, a arquitetura caminha em nova direção. Foi pensando nesse conceito que a arquiteta convidou o amigo estilista Régis Duarte para expor seus 10 anos de arte na moda. Depois de muitas conversas e com total liberdade criativa, a dupla chegou em Tempo, Amor, Memória, exposição sobre o universo criativo de Régis Duarte. Para Fabiana, responsável pela ambientação e curadoria da mostra, o critério na decoração agora é o afeto, e na exposição não será diferente. Fotos de ensaios marcantes dividem espaço com colagens em tecido e crochê, muitas vezes manipulados digitalmente. As estampas do artista podem ser vistas através de quadros, uma luminária, almofadas e uma poltrona. Um manequim mostra um vestido de festa da última coleção do estilista batizado Atelier. “A arte do Régis transcende a roupa e consegue ter um super conceito sem deixar de ser comercial”, diz Fabiana. As coleções de Régis, assim como suas colagens em tecido, têm como base o reaproveitamento de materiais e ideias. Segundo Fabiana, vivemos em tempos de psicoterapia e autoconhecimento, onde construir ou reformar pode ser um ótimo motivo pra você revirar seus baús e é isso o que eles querem passar com a mostra no Iguatemi. Afinal, memória é muito mais que apenas saber olhar para trás.

Um comentário:

  1. TUDO BEM,SABRINA?

    MINHA PSICÓLOGA ME ODEIA.

    Quem de nós está imune a uma disfunção psíquica, nesta época que tem gente correndo até atrás do vento?
    Enclausurado por pequenos conflitos internos e cansado de tomar chás fitoterápicos de erva de São João, Sabugueiro, Camomila e erva Cidreira, passei por uma seção de acupuntura, e confesso que só voltei às duas últimas vezes ao consultório, não pelas agulhas e sim, pela competência profissional daquela loira acupunturista que realmente, me relaxava muito.

    Uma beleza!

    Mas, mesmo assim continuava com insônia, até que...

    ESTE É UM TRECHO DA CRÔNICA DO MEU BLOG:

    ”HUMOR EM TEXTO”, DESTA SEMANA.

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